VARIEDADES
Repórter esfaqueado diz ter recebido marmita supostamente envenenada
09/05/2022 13:57:05

Gabriel Luiz, repórter da TV Globo em Brasília que foi esfaqueado por bandidos no mês passado, participou do programa “Encontro” desta segunda-feira, 9 de maio. Em entrevista a Fátima Bernardes, o jornalista surpreendeu a todos ao revelar que já havia recebido em casa, sem que tivesse pedido, uma marmita na qual ele acredita que pudesse estar envenenada. O assunto veio à tona quando a apresentadora havia perguntado como o repórter estava emocionalmente. Traumatizado, o repórter disse que, por esse e outros motivos, não pretende mais voltar ao local onde mora.
“Aquelas imagens, aquela cena [do ataque] passou tantas vezes na minha cabeça que à vezes eu fico assustado mesmo. Eu não estou em casa, eu estou na casa da minha família, e eu não quero mais voltar ao lugar onde eu estava. Até porque tinha outras situações que tinham acontecido. Já sabiam do meu endereço, às vezes eu recebia uns dossiês em casa. Não sei se eu já cheguei a falar sobre isso, mas uma vez eu já recebi uma marmita lá em casa que eu não sabia procedência. Não tinha o nome de ninguém. E meu pai é policial, né. Ele disse ‘não come isso, não, que pode estar envenenada’. Então, acho que tudo leva a eu não voltar mais lá. Eu tenho muito carinho e muita gratidão de tudo o que eu vivi, mas minha vontade agora é de ficar mais recluso mesmo.”

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Gabriel contou ao programa que atua na Globo principalmente com reportagens investigativas. “Tanto que lá em Brasília, na redação, o repórter Renato William, falava até pra mim brincando, ‘Gabriel, se acontecer alguma coisa com você ninguém vai saber quem é, porque todo dia eu falava de algum político, de alguém, de algum esquema de corrupção, tanto é que as pessoas ficaram em choque, achando que pudesse ser alguma coisa relacionada com a minha profissão. Mas a polícia chegou a conclusão que não era o caso, porque eles [os criminosos] só tiveram a dimensão do assunto depois de serem presos”, contou.
O jornalista ainda contou que se recorda bem de um momento em que implorou para que os homens parassem com o ataque: “Eu lembro de tudo que aconteceu, não muito dos detalhes, porque tudo foi muito rápido. Lembro que teve um momento em que pedi pelo amor de Deus para eles pararem, para irem embora e me deixarem em paz. Lembro também dos vizinhos chegando e ninguém sabia direito o que fazer e eu falando para ligarem para o Corpo de Bombeiros”.

 

 

 

 

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