O prefeito de Caxias do Sul, Adiló Didomenico, se manifestou na tarde desta terça-feira sobre o caso de uma professora esfaqueada por alunos de uma escola municipal. O crime ocorreu na Escola Municipal de Ensino Fundamental João de Zorzi. A docente, que não teve o nome divulgado, foi atacada pelas costas por três estudantes adolescentes.
“Lamentamos profundamente o que aconteceu na escola João de Zorzi. Nos solidarizamos com a professora e toda a comunidade escolar. Designamos que toda a estrutura seja colocada à disposição, tanto psicológica, como de apoio. Nosso vice-prefeito já se dirigiu para lá para este apoio diretamente à direção da escola”, afirmou Didomenico, em vídeo publicado nas redes sociais. “Vamos tomar todas as providências legais para que isso não se repita”, concluiu o prefeito.
De acordo com a Secretaria Municipal da Educação de Caxias do Sul, a professora foi levada para o Hospital de Unimed e não corre risco de morte.
Ataque pelas costas
A professora foi esfaqueada nas costas por três adolescentes, sendo dois meninos e uma menina, com idades entre 13 e 15 anos. O caso ocorreu na tarde desta terça-feira, no momento em que a professora de Inglês entrava na sala para a aula da tarde.
A polícia também afirma que os dois rapazes teriam danificado as câmeras de segurança da escola antes de praticar o ataque. Alguns alunos teriam relatado a professores que os adolescentes os teriam avisado que ocorreria o atentado.
Colégios fechados nesta quarta-feira
O ataque gerou pânico entre os demais adolescentes e integrantes da instituição de ensino, além de causar comoção na cidade. Em apoio à vítima, a prefeitura anunciou a suspensão das aulas em todas as instituições de ensino municipais da cidade nesta quarta-feira (2) e os pais dos agressores foram chamados a prestar depoimento.
A Secretaria Municipal de Educação de Caxias emitiu nota oficial, garantindo estar fornecendo suporte à comunidade escolar após o incidente. “Neste momento a preocupação é com o bem-estar de estudantes e professores. Todas as medidas estão sendo tomadas para garantir o acolhimento”.
Correio do Povo
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