Quem percorre a mídia diariamente sente quando existe uma certa inversão na condução dos fatos, ou seja, algo de anormal está influenciando as notícias. E aí a gente se pergunta será que é somente eu que estou percebendo isto ou está acontecendo?
Passaporte de Eduardo Bolsonaro
Em primeiro lugar chamou atenção que a Procuradoria Geral da República tomou a decisão de não confiscar o passaporte para Eduardo Bolsonaro, imediatamente após o seu pronunciamento que estaria nos Estados Unidos. Este logo enviou ao Supremo e o Ministro Alexandre de Moraes, com uma rapidez nunca vista, concordou. De repente mudaram de opinião e rapidamente! Estranho.
Fraude em cartões de vacina
Em segundo lugar o Ministro Alexandre arquivou o processo contra Jair Bolsonaro que o acusava de fraude nos cartões de vacina, por falta de provas. Viram somente agora depois de quanto tempo?
Cozinharam o assunto em banho maria.
Perdeu mané.
O caso mais emblemático e que chama a atenção é que logo após a manifestação do Ministro Fux pedindo vistas no processo que condena a Cabelereira que escreveu com batom “Perdeu Mane” na estátua defronte ao Supremo, foi concedida a prisão domiciliar para esta. Além de pedir vistas o ministro pôs em dúvida a sentença que a condenou a 14 anos de prisão. O que pode acontecer a partir desta decisão do Ministro Fux?
Importunação da baleia.
Noticia nova, agora o Ministério Publico arquivou o processo que acusava Jair Bolsonaro de importunação de baleia. Dizem que por falta de provas.
Joias.
Devolveram as joias a Jair Bolsonaro e a Lula pois entenderam que eles tinham direito a elas. Somente agora viram isto?
Eis que de repente começaram a pingar gotas de bom senso no STF.
Perolas que devem ser citadas.
O Vice-Presidente Alckmin falando que a inflação está muito elevada propôs retirar os alimentos do cálculo para que os números sejam mais favoráveis. E aí como fica a credibilidade dos institutos?
Outra perola é que circula uma investigação sobre o programa Pé de Meia. O jornal Estado de São Paulo publicou uma matéria que demonstra que em cidades de Minas Gerais, Bahia e Pará o número de beneficiados por este programa é superior ao número de alunos. Onde está indo este dinheiro? Será que a investigação vai continuar? O governo deve pagar os alunos para eles estudarem?
Fica uma pergunta: porque estes assuntos circulam tão pouco na mídia convencional?
Pense.
Acredite que você pode, assim você já está no meio do caminho.
Economista Harri Goulart Gervásio
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